Você tem se sentido ansioso, sobrecarregado ou preso em situações que se repetem?
Às vezes, algo não vai bem — mesmo quando, por fora, tudo parece estar em ordem. Um mal-estar difícil de explicar, dificuldades nos relacionamentos ou uma angústia constante podem indicar que há algo importante a ser escutado.
Na psicoterapia, esse é um espaço para isso.
Meu trabalho é oferecer uma escuta atenta e sem julgamentos, onde você possa falar com liberdade — inclusive sobre o que ainda não está completamente claro.
A partir da psicanálise, buscamos compreender juntos o que está por trás do seu sofrimento: não apenas o que incomoda, mas o que isso diz sobre você, sua história e seus modos de se relacionar.
Esse processo pode abrir caminho para novas formas de viver o que antes parecia sem saída.
Se algo aqui fez sentido para você, podemos conversar.
FORMAÇÃO

-
Psicólogo clínico (07/39265) formado pela PUCRS.
-
Atualmente é psicanalista e realiza uma sólida formação em psicanálise na Sigmund Freud Associação Psicanalítica (SIG).
-
Editor adjunto da Revista Diaphora de Psicologia.
.png)
.png)

SOBRE
Sou psicólogo (CRP 07/39265), formado pela PUCRS, e psicanalista.
Desde o início da minha trajetória, meu interesse se voltou à escuta do sofrimento psíquico e às formas como ele se manifesta na vida de cada pessoa.
Foi na psicanálise que encontrei o campo que orienta minha prática: um espaço em que a fala é levada a sério e cada história é escutada em sua singularidade.
Sou movido pela curiosidade sobre a experiência humana, em toda a sua variedade. Tenho sensibilidade para questões sociais, apreço pela palavra e pela arte, e um carinho genuíno pelas pessoas — por mais diferentes que sejam de mim.
Na clínica, busco estar presente de forma atenta e sem julgamentos — disponível para o que cada pessoa traz, no ritmo que lhe for possível.
Realizo formação continuada em psicanálise na Sigmund Freud Associação Psicanalítica (SIG), como parte de um compromisso permanente com a prática clínica e com a ética do trabalho.
Quando procurar ajuda?
Nem sempre é necessário ter um diagnóstico ou saber exatamente o que está acontecendo. Muitas vezes, basta a sensação de que algo não vai bem — uma angústia, um incômodo ou uma repetição que insiste.
A partir disso, é possível construir juntos um espaço de escuta e elaboração, onde é possível se aproximar do que se vive e encontrar outras formas de se relacionar com seus sentimentos, com suas relações e consigo mesmo.
Isso pode aparecer de formas diferentes em cada pessoa:
-
Angústia sem motivo claro
-
Dificuldades nos relacionamentos
-
Sensação de vazio
-
Sobrecarga emocional
-
Pensamentos que se repetem
-
Momentos de crise ou mudança
Se você se reconheceu em alguma dessas experiências, estou disponível para conversar.


